8 dicas para alavancar as vendas no Dia das Mães

Da: Agência Sebrae de Notícias

No segundo domingo de maio é comemorado o Dia das Mães. O Sebrae no Espírito Santo, com o objetivo de fortalecer e ampliar as oportunidades dos empreendedores durante uma das datas mais movimentadas no comércio brasileiro, preparou oito dicas para aumentar as vendas e movimentar o faturamento dos empresários.

A analistade Atendimento Individual da instituição, Jéssika Tristão, ressalta que ações e atitudes relativamente simples dos empreendedores muitas vezes acabam aumentando o faturamento até de forma involuntária, mas planejamento e direcionamento são ferramentas que auxiliam a alavancar as vendas. “É importante planejar previamente para obter os melhores resultados possíveis com as datas comemorativas. Algumas dessas datas especiais chegam a ser responsáveis por mais de 30% do faturamento da empresa”, afirma.

Confira as oito dicas para ampliar as vendas do seu negócio no Dia das Mães:

1) Organize sua loja
Evite barreiras físicas que dificultem a circulação ou a visualização dos produtos, verifique se as portas são amplas e se a entrada da loja está livre, garanta também a acessibilidade de cadeiras de rodas e/ou carrinhos de bebê.

2) Invista na comunicação visual do negócio
O ambiente para o cliente realizar as compras deve ser agradável, proporcione conforto, temperatura adequada, aromatização, decoração temática e iluminação. Lembre-se que caso o ambiente tenha sonorização, que seja agradável a todos os gostos.

3) Faça propaganda do seu negócio
É necessário que o empreendedor entenda que não é necessário investir muito para fazer propaganda. Há ações de baixo custo ou até mesmo de custo zero. Explore as redes sociais e abuse da criatividade, envolvendo-se com comunidades, divulgação boca a boca, distribuição de folhetos, utilização de faixas, serviços de som e outdoor móvel, como carros.

4)  Ofereça promoções
O consumidor que mantém a empresa. Logo, nada mais justo do que ter bons descontos. Pode ser um frete mais barato ou desconto em produtos ou serviços específicos. O importante é mostrar ao cliente que ele está pagando menos.

5) Escute seu cliente
No Dia das Mães, abra ainda mais o canal de comunicação entre a empresa e o cliente. Escute o que ele deseja, suas reclamações, sugestões e elogios. E trace um plano de ação para pôr em prática as melhorias sugeridas por ele. Saber as necessidades e expectativas de seus clientes, pode ser um fator que facilita a comercialização de algum(ns) determinado(s) produto(s).

6) Treinamento de equipe
Se você tem um pequeno negócio, não será tão difícil deixar sua equipe bem preparada para atender. Conhecer o produto ou serviço oferecido e saber lidar com clientes são atitudes fundamentais. Lembre-se que mesmo quando um cliente vai até seu estabelecimento para olhar alguma promoção, o bom atendimento pode fazer a diferença para que uma compra efetiva aconteça no momento, que sua empresa seja indicada para outros clientes ou mesmo para as compras futuras dele.

7) Fique de olho na concorrência
Seja no concorrente similar ou maior que você, que fornece um serviço ou produto igual ou semelhante ao da sua empresa, fique atento ao que está acontecendo no mercado e quais as necessidades ou desejos do cliente. Assim você tem mais chances de atender. Mas, lembre-se de ser sempre fiel aos seus valores e aos do seu negócio.

8) Não tenha medo
Inove sempre que possível. Mesmo que sua empresa trabalhe com um produto ou serviço de sucesso, sempre existe a possibilidade de inovar e atender outras expectativas, desejos e números. E quando se trata de datas comemorativas, inovar pode ser um diferencial para se destacar.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/04/8-dicas-para-alavancar-vendas-no-dia-das-maes.html

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Companhias discutem adaptação à demanda digital no atendimento aos clientes

por: Amauri Vargas

Essa tendência que demanda a utilização gradativa dos sistemas eletrônicos se reflete com mais intensidade em um nicho crítico do atendimento: as centrais de call center. por isso a 10ª edição do Fórum Call Center + CRM pode apresentar algumas ideias e alternativas aos obstáculos que o setor de atendimento à tempos enfrenta.

Entre as barreiras nos call centers estão os grandes investimentos empenhados para qualificar equipes de profissionais com perfil muito jovem, inexperiente e com perfil padrão de baixa fidelidade ao empregador e em fase de conclusão do ensino escolar básico, de ensinos fundamental e médio.

Para o diretor da Escola superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e da Fundação instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP), Gil Giardelli, a falta de apego dos profissionais resulta na insatisfação do cliente para aquele serviço, já que as chamadas podem ser pouco proveitosas. “As equipes de call center têm um custo de tempo e dinheiro bastante elevados, já que se trata de um setor com alta rotatividade e muitas dificuldades relacionadas à mão de obra”.

Como explica, esse pode ser um dos motivos para investimentos pesados dessa indústria em sistemas denominados big data semântico.”Sistemas de inteligência computacional são capazes de entender exatamente o que o cliente de um serviço de atendimento ao cliente (SAC) diz e é capaz de resolver suas demandas com poucas ações e sem aquelas dificuldades padrão nesse tipo de atendimento como o repasse da ligação às diversos atendentes e as quedas nas ligações, típicas dos call centers”, explica.

Giardelli explica também que além das centrais de ligações, o atendimento físico precisa se modernizar. Alguns cases como a parceria entre as lojas norte-americanas Amazon e Macy’s ilustram a parceria entre a loja física e o estabelecimento comercial digital. “A junção entre esses dois mundos é chamado de “fisital” (físico+digital). No caso das lojas norte-americanas, os clientes que compram produtos da Amazon e desejam retirá-lo em um local físico”.

Ele conta que para pegar o produto, o cliente Amazon é conduzido até o último andar de uma unidade da Macy’s em Nova York, o que, claro, convida o cliente a ver os produtos desta loja durante o trajeto. Além disso, ele cita também o caso da marca Nespresso, de máquinas e cápsulas de café vendidos no varejo e também servidos em uma rede global de lojas próprias.

A dona da marca e gigante de alimentos Nestlé, adquiriu mil robôs Pepper, fabricados pela franco-japonesa Aldebaran, para atender aos clientes das cafeterias. “O sistema utiliza tablets e um sistema de autosserviço, onde o contato do cliente com um colaborador humano é minimizado, o que deixa o consumidor mais a vontade e pode incetivá-lo a consumir mais, justamente pela sensação de conforto”, finaliza.

Fonte: http://www.bitmag.com.br/2015/03/companhias-discutem-adaptacao-a-demanda-digital-no-atendimento-aos-clientes/

Venda Consultiva (Ou Corporativa)

Por Rodnei Domingues

A venda de produto se transformou em venda de produto e serviços. Em seguida, a venda de produtos e serviços evoluiu para venda de produtos e serviços voltados para concessão de vantagens ou benefícios aos clientes, que resultam em negócios com maior valor agregado ao fornecedor.

Essas vantagens e esses benefícios geraram melhoria da qualidade, redução de custos ou resolução de problemas aos clientes.

A venda consultiva ou corporativa tem como premissa básica ajudar o cliente a obter uma melhoria no curto, médio ou longo prazo.

O sucesso do profissional de vendas depende de sua competência, que é resultados dos seguintes ingredientes:


Conhecimentos:

  • Dos produtos e serviços a serem ofertados
  • Dos clientes (perfil das pessoas que influenciam na decisão, desejos, expectativas e problemas)
  • Dos produtos e processos produtivos dos clientes
  • Dos concorrentes (estratégias, produtos, vantagens e desvantagens competitivas)

 Habilidades:

  • Fazer o diagnóstico assertivo (perguntar, ouvir, entender, construir cenários)
  • Gerenciar as relações internas e com o cliente
  • Planejar (estabelecer prioridades e otimizar o tempo)
  • Prospectar e identificar oportunidades

Atitudes:

  • Bom humor
  • Bons sentimentos
  • Comprometimento
  • Determinação
  • Perseverança

As pesquisas comprovam que nas vendas consultivas as decisões de compras, normalmente consideradas extremamente técnica, são influenciadas pela emoção, pelos sentimentos e pelas percepções das pessoas que influenciam na decisão.

 Os sentimentos mais comuns são: vaidade, medo, insegurança, comodismo e auto-preservação.

 A venda é dividida em duas dimensões: processo e relacionamento. Essas dimensões são interligadas e interdependentes. Para definir um processo, devem-se considerar os sentimentos de todas as pessoas envolvidas no processo.

Fonte: http://www.atendimentoacliente.com.br/venda-consultiva-ou-corporativa/

Atendimento ao cliente via aplicativos mobile não é moda, é estratégia!

Por Marcelo Pugliesi*

Os brasileiros se tornaram um dos maiores consumidores de aplicativos no mundo. O mercado movimenta US$ 25 bilhões e tem a expectativa de chegar a US$ 70 bilhões em 2017, segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Esse novo hábito impacta diretamente no modo com que as pessoas passaram a se relacionar com as empresas. Atualmente, inúmeras marcas estão oferecendo diversos aplicativos móveis de atendimento ao cliente. Essa realidade refletiu na forma como empresas e consumidores se relacionam e nas centrais de atendimento, que em geral tem buscado se adaptar cada vez mais ao comportamento do consumidor e incorporar novas formas de contato.

De acordo com pesquisa divulgada no final de 2014 pelo Ibope, o número de brasileiros que declaram acessar a internet pelo celular cresceu 65%. Com isso, o empenho das centrais de atendimento tem sido cada vez melhor para atender as mudanças que as novas tecnologias trazem para o nosso dia a dia.  Sem dúvida, o atendimento mobile se tornou uma solução para melhorar o serviço de relacionamento com o consumidor no Brasil.

Todos nós, quando exercemos o papel de cliente e temos dúvidas ou problemas, queremos em primeiro lugar ter nossa solicitação resolvida, independentemente do canal ou se vamos interagir com um outro ser humano.  Além disso, de forma generalizada, o atendimento telefônico é ruim e existe uma relação desgastada entre o consumidor e o SAC via telefone.

Disponibilizar o canal de atendimento nos aplicativos móveis, não só desafoga os chamados telefônicos, mas também possibilita que o consumidor acesse a empresa de diferentes formas e de acordo com a sua necessidade. Um dado relevante é que em pesquisas que realizamos medindo a satisfação do consumidor, os canais virtuais levam uma boa vantagem quando comparado ao atendimento telefônico.  A nota dada para o contato via chat é 33% mais alta em relação ao telefone, por exemplo.

Além disso, há o positivo impacto nos aspectos operacionais da empresa, melhorando a performance do SAC, que pode resolver assuntos mais complexos e que realmente necessitam da intervenção de um atendente, e também a redução nos custos da central de atendimento.

As empresas brasileiras estão se preparando e tentando oferecer atendimento por mais esse canal, porém isso não quer dizer que eventuais falhas não possam acontecer. Segurança é um tema muito relevante quando estamos falando de qualquer tecnologia e o mesmo se aplica para o atendimento mobile. O ideal é contar com ferramentas de organizações que tenham excelência e know-how.

*Marcelo Pugliesi é CEO da Direct Talk, empresa líder em soluções para atendimento ao consumidor no país.
Fonte: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/gestao/atendimento-ao-cliente-via-aplicativos-mobile-nao-e-moda-e-estrategia-38749/